end'reita
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partir a automotora, mas ela lá estava, à minha espera. Literalmente. Fora o condutor e o pica, a automotora saíu da Guarda apenas com um passageiro... eu. A viagem até Caria demora 1 hora, as solavancos pelas encostas da Serra , mas vale a pena fazer pelo menos 1 vez. Passa pelas estações Barracão/Sabugal, Benespera, Maçainhas de Belmonte, Belmonte/Manteigas e Caria, nunca ultrapassando os 50 km/hora, o que permite ir apreciando a vista da Cova da Beira com a Serra da Estrela ao fundo. 
transportada para o lagar de Benposta, onde foi pesada e colocada numa espécie de tremonha, no andar de cima, com descarga para um sem-fim. daqui cai para um moinho de pedras cónicas, onde
é feita a moenda, que consiste na trituração da azeitona, até se formar uma pasta.
água quente para facilitar a separação da parte sólida, que é feita por decantação. e daqui vai finalmente para a separadora, de onde sai o azeite pronto a usar!!Etiquetas: tradição
este é um curso de cerâmica, dado pelo oleiro felica, ali para os lados de cacia. convenci a minha mãe a fazê-lo comigo. fui buscá-la à estação depois do trabalho e lá fomos, à procura da olaria felica. as indicações eram boas e encontrámo-la sem problemas. não é um sítio propriamente agradável ou acolhedor e a minha mãe começou logo a torcer o nariz. mas lá entrámos, conhecemos o sr. fernando, ou felica como é conhecido, e ele lá nos levou a ver a olaria. muito confusa, cheinha de peças em barro por todo o lado, uma fila de mesas de oleiro, de construção caseira, e uma paixão pelo barro cativante.
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se lá forem, pode ser que nos vejamos por lá!
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ora na sexta feira passada, andava eu a passear pelas ruas de aveiro com uns amigos de londres, quando nos deparamos com a porta da capela aberta, decorações singelas na rua, velas acesas e gente a entrar e saír. aproximei-me e comecei logo a fotografar. da porta sai uma senhora que se dirige a mim e pergunta baixinho "sabe o que está a fotografar?" ao que respondo que não e que lhe queria perguntar isso mesmo. responde-me então, de forma ainda mais misteriosa "é a capela dele". dele? pergunto eu. e a minha curiosidade aguça-se! "sim, dele. sabe do que estou a falar". não! "do mafarrico! é no dia 24 de agosto que o prendem pela perna" e com isto vai-se embora. 
nossa senhora do O, a santa das grávidas, com s. joão baptista à sua esquerda e s. bartolomeu à sua direita.

curious as I can be, I go inside the chapel, were a lady is sitting. I ask her if I can take photos inside, to what she nicely replies that yes, sure.
but i can not take it any longer and so I ask her what the other lady meant by this being the mafarrico’s chapel. that’s when she explains that, legend has it, st. bartholomew tied up the devil by its legs after he was loose for a hole day, on august 24. as the people say, in St. Bartholomew’s day, the devil is loose. she tells me to go up to the altar and peep behind the flowers to see him tied up to the saint's chain. and there it was, dangling!
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numa gamela de madeira, juntam-se 2 medidas de milho e 1 de trigo e um pouco de água quente. começa-se então a apinhoar a massa, à medida que se junta água morna. não esquecer a pitada de sal grosso, neste caso, sal de aveiro. depois junta-se o fermento e amassa-se. a partir daqui a água a juntar é mais fria, para não matar os enzimas do fermento. depois de uma hora a trabalhar os braços, a massa está pronta a levedar. faz-se a cruz de acrescento, tapa-se a gamela com um lençol branco e espera-se que cresça.
com a massa lêveda e o forno à temperatura certa, é tempo de tender. numa malga de barro vermelho não vidrado, coloca-se um pouco de farinha para arear e uma bola de massa. tende-se a broa dando voltas à massa fazendo-a saltar da malga. coloca-se então a broa na pá de padeiro e enforna-se. para as bolas, estende-se um pouco de massa sobre a pá, previamente polvilhada de farinha, e coloca-se carne ou sardinha. cobre-se com mais massa e enforna-se. 
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